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A PAFO

O fruto de um longo processo de maturação e evolução

A PAFO - acrónimo da Associação Lusófona de Proteção Contra Incidentes, Acidentes e Desastres no seu nome respectivo em língua inglesa:  Portuguese Association of Fire Officers - é fruto de um longo processo de maturação de ideias e da evolução da APBTE - Associação Portuguesa de Bombeiros e Técnicos Especialistas, criada em 2003.


Conheça a PAFO

Nossos valores
Organograma
Fundadores
Direção
A APBTE fora criada com o objetivo de se produzir conhecimento no sentido de buscar o aperfeiçoamento dos bombeiros portugueses na sua missão de salvar vidas. Com o tempo foi-se observando que não só Portugal, mas todos os seus países irmãos - Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Lorasae, bem como onde, no Mundo, havia comunidades portuguesas, também necessitavam de conhecimento para garantirem a proteção de seus cidadãos e membros contra incidentes que pudessem desenvolver para acidentes ou desastres.

Da Evolução da APBTE surgiu a PAFO - Associação Lusófona de Prevenção contra os Incidentes, Acidentes e Desastres - em língua da lusofonia, PAFO - Portugueses Association of Fire Officers - em língua inglesa, pela internacionalização dos conceitos e definições.
A necessidade de melhorarmos a ajuda e o suporte tanto às vítimas como ao ambiente alteraram significativamente e, recentemente deixou-nos longe das expectativas e necessidades.

A quantidade, variedade e intensidade de fenómenos extremos com graves reflexos na dinâmica da sociedade actual obriga-nos assim a um olhar, humilde mas profundo, sobre a nossa razão de existir: de forma mais modesta na interpretação, mas também mais integrada e transversal á sociedade civil. E sobretudo devemos entender que a importância está do lado das pessoas, dos seus bens e haveres, e na Natureza (terra, mar e ar).

Acreditamos que o futuro não será resolvido com a estrutura actual dos bombeiros – pela gravidade e intensidade dos fenómenos extremos.

Acreditamos que todos não somos muitos para criar uma frente de combate na prevenção e/ou mitigação das nossas vulnerabilidades.

Acreditamos que tudo mudou, e se queremos efectivamente antecipar e prevenir o incidente, o desastre ou a calamidade, então teremos de mobilizar toda a sociedade civil envolvendo toda a população e agentes na prevenção – da escola ao mais idoso dos cidadãos. Ou seja, a moderna cidadania que não tem idade nem desculpa: é de todos.

Acreditamos na Academia, porque gere o conhecimento, valida os conceitos e dinamiza o pensamento. Sem essa gestão independente não haverá bons agentes nem boas gentes.
E acreditamos no Planeta Terra e na lusofonia. Com eles, juntos aprendemos a ser melhores.
Esta é a nossa complexa missão.