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Conferências organizadas e co-organizadas pela PAFO

Co-organização com a Universidade Lusófona do Porto (Presidência) e a Associação Lusófona de Prevenção contra Incidentes, Acidentes e Desastres (Vice-presidência)

Mais de quatro centenas de pessoas assistiram ao evento

A Associação Lusófona de Prevenção contra Incidentes, Acidentes e Desastres – a PAFO, inicia aqui temáticas que se projetam no tempo. Qualquer destes quatro temas são o início de matérias que enquadraremos no futuro com novos oradores participantes e suas visões e práticas diferentes. Este foi o desafio que ficou.

Segurança em Hotéis, Alojamento Local e Restaurantes

Segurança para o Planeamento e Organização de Unidades Hoteleiras

A tendência do setor turístico é introduzir na especialização dos destinos turísticos, a inovação, a satisfação acrescida dos clientes e ainda a sofisticação. É preciso inovar sempre. Os turistas deste século buscam incessantes novidades, pretendem novas experiências. Mas em ambiente de segurança.

A hospitalidade sempre foi e será parte integrante do nosso turismo. Envolve um conjunto de estruturas, serviços e atitudes, locais e cidades acolhedoras, e seus habitantes que intrinsecamente relacionados proporcionam o bem-estar do visitante, satisfazendo suas necessidades.

Os governos, regiões, municípios ou autarquias fazem a sua parte de maneira ainda precária na busca da qualidade, mas com uma visão bem real do potencial do Turismo como atividade económica. Essa colaboração facilita o trabalho de bem receber o turista, pois uma cidade detentora de boas infra-estrutura, ruas limpas, pessoas capacitadas e bons acessos, só restará a cada empresa turística fazer a sua parte.

Tal fato manifesta-se principalmente através da boa e segura infra-estrutura do destino receptor, da preparação dos profissionais de turismo e da conscientização da população local.

Esta sessão pretendeu guiar o público presente para temas que ajudem a compreender, pensar e antecipar o desastre em unidades hoteleiras.

SafeHotel Founder
Dieter Nuessler

Educação para um futuro mais seguro

Ajudar a Pensar Educação para um Futuro com mais Segurança

Educação. Por definição, Educar não se pode limitar a instruir, a transmitir informação, nem a transmitir competências; não só integra questões de autonomia, mas também problemas de autoridade, de tradição e de transmissão da cultura. E como fica a segurança de cada um de nós, e em particular de cada um dos nossos jovens?

"A génese do desastre está na incapacidade em fornecer conhecimento, preparação e treino da população sobre o que fazer em uma situação de crise", permitindo assim, que se amplie sua vulnerabilidade e, consequentemente, o impacto aos desastres.

Comprometidos com o desenvolvimento de expressões críticas, o que facilita o desenvolvimento da comunidade onde o educando está inserido, devemos estimular o diálogo e participação comunitária, possibilitando uma melhor leitura de realidade social, política e económica.

Esta sessão pretendeu trazer ao público presente temas que ajudem a pensar antecipadamente o acidente e o desastre, e assuntos que têm como consequência o desastre.

Todos sabem que as partes envolvidas têm muito interesse em alinhar a temática da segurança nos currículos escolares já bastante sobrecarregados. O que fazer para resolver?

“Estou extremamente interessado nos objetos de estudo – eles estimulam minha curiosidade e trago esse entusiasmo para os alunos. Então podemos juntos iluminar o objeto!”.

O Vice-reitor da ULP Prof. Dr. Joaquim Pais Barbosa, Universidade Lusófona do Porto iniciou os trabalhos com a apresentação do tema “DREAMS, porquê investigar?”, seguido pelo Dr. Jorge Manuel Ascenção, Presidente CONFAP – Objectivos na área da Segurança.

Entre outras participações neste painel, destacamos ainda Finian Joyce, (Irlandês, Comandante dos Bombeiros de Leitrim, responsável do Programa Erasmus+ BFireSafe@school) “Preparar os Jovens para o Incêndio” e o Prof. João Lourenço (SRPC, IP-RAM - Segurança em Casa, na Rua e na Escola).

Para que fique registado, veio da Região Autónoma da Madeira a grande surpresa deste painel. Tem sido mencionado a nível internacional, com particular incidência nos Estados Unidos e na India, o trabalho produzido pelo Professor João Lourenço e sua equipa.

Ciência do Desastre

Desastre

Por definição, um desastre só acontece quando afeta pessoas. Durante a tempestade Katrina, enquanto as chuvas e ventos intensos caíram e sopraram no meio do mar antes de atingir a costa americana, longe da rota de navios e aviões, sem afetar pessoas ou ecossistemas, não enquadrou a definição de um desastre. Mas quando a mesma atividade meteorológica alcançou zonas densamente povoadas, com estruturas e edificações vulneráveis ou fragilizadas tornou-se um desastre, pois atinge pessoas, causa danos e prejuízos.

Não sendo natural, o desastre é essencialmente social. "A génese do desastre está na incapacidade em fornecer conhecimento, preparação e treino da população sobre o que fazer em uma situação de crise", permitindo assim, que se amplie a sua vulnerabilidade e, consequentemente, o impacto aos desastres.

Esta sessão pretendeu trazer temáticas que ajudem a pensar antecipadamente o Desastre e o saber focar assuntos que têm como consequência a fase do desastre.

Participaram nomes como o Dr. Nelson Bettencourt (SRPC, IP-RAM) "O dia 20 de Fevereiro de 2010 na RAM", o TCor. Sandro Geraldes (Regimento de Apoio Militar de Emergência) Antecipação para o Apoio Militar de Emergência para Desastres Complexos (em substituição de Cor. Mário Álvares), CFO Francisco Echeverria, Para a Atenção à Emergências em Áreas Rurais: Modelos de Pessoal Operacional nos Serviços de Emergências, CFO Paul Walker, Grenfell Tower – o que aconteceu, Uberto Delprato – Comunicações em desastres complexos e Nicky Rupp, WWU, DRIVER+ – Um Projeto de Pesquisa para Orientar a Inovação na Gestão de Crise.

Incêndios Florestais de 6ªGeração

Os Incêndios Florestais no Mediterrâneo

Chamamos Floresta Mediterrânea ao bosque que se desenvolve por toda a costa norte do Mar Mediterrâneo embora a mesma biomassa possa ser encontrada em regiões como a Califórnia (EUA), o centro do Chile, o Sul da África e o Sul da Austrália.

As principais árvores representantes da Floresta Mediterrânea são a azinheira, o sobreiro, a oliveira-brava, os pinheiros, o cedro e o cipreste. A floresta mediterrânea de bosques e arbustos desenvolve-se em regiões de clima mediterrâneo, que apresentam verões quentes e secos e invernos amenos e chuvosos.

As maiores ocorrências estão no sul da Europa e no norte da África. Trata-se de uma vegetação esparsa, que possui três estratos (ou seja, vegetação de três alturas diferentes) : um arbóreo, um arbustivo e um herbáceo.

"A génese do desastre está na incapacidade em fornecer conhecimento, preparação e treino da população sobre o que fazer em uma situação de crise", permitindo assim, que se amplie sua vulnerabilidade e, consequentemente, o impacto aos desastres.

Esta sessão pretende trazer até ao público presente temas que ajudem a compreender, pensar e antecipar ao desastre.

"Interessados nos objetos de estudo – eles estimulam a curiosidade e trazem esse entusiasmo até cada um de nós. Então podemos juntos iluminar o objeto!".

Os oradores deste painel debateram temas como A época 2018 de fogos florestais na Grécia por Anastassios Pappas (Grécia, Comandante dos Bombeiros de Atenas, dirigiu o terrível Incêndio de Mati), e Débito táctico em função da potência do Incêndio. Técnica de aplicação., por Javier Elorza, e o Prof. Paulo Rainha (ISCIA) apresentou A Comunicação em Contexto de Catástrofe.

O Papel da GNR na Prevenção dos Incêndios Florestais e A Floresta Mediterrânea (Foram cancelados). Em sua substituição, Javier Elorza (Serviço de Extinção e Resgate do Conselho da Biscaia, Espanha) fez a apresentação dos recentes manuais espanhóis sobre manuseamento de matérias perigosas.

Drones em Forças de Segurança (Polícias e Bombeiros)

Brevemente

Media e Comunicação em Teatro Operacional

Brevemente

Seguros e Fundos de Floresta

Brevemente

Salvamento em Ambientes Marítimos

Brevemente